Agarre as oportunidades, elas podem não voltar!

As oportunidades batem à nossa porta a todo momento. Elas passam em nossa cara, às vezes dão um esbarrão para que as percebamos e, muitas vezes, param em nossa frente para ter certeza de que a vimos. Mas, infelizmente, nem sempre as percebemos. Algumas pessoas não as percebem nunca! E elas se vão...

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Inverdade virtual: queremos uma vida plena, cheia de propósito e significado

Quem usa as redes sociais certamente conhece uma pessoa – ou algumas pessoas – que parece levar uma vida perfeita, que em seus posts e atualizações transborda felicidade, amor e amizade. A vida parece maravilhosa, essa pessoa parece não ter defeitos. Como pode alguém conseguir viver tão plenamente as relações humanas e divinas a ponto de não ter problemas? Certamente você, leitor, identificou algum “amigo” digital que seja assim, extremamente feliz...

A gratidão multiplica o que é bom

A gratidão é uma das 24 forças que estão presentes em todas as culturas. Ser grato é ser capaz de identificar as coisas boas que nos acontecem e expressar agradecimento por elas. A pessoa grata é capaz de encontrar motivos para agradecer sob quaisquer circunstâncias. Quando agradecemos, multiplicamos aquilo que é bom e transformamos aquilo … Continue lendo A gratidão multiplica o que é bom

Síndrome do Pânico – Parte 3: A primeira crise

O final de semana ia ser de aula. Era o meu primeiro módulo na pós-graduação e eu conhecia apenas algumas pessoas, entre elas colegas de trabalho que haviam escolhido o mesmo curso. Tudo corria bem. Meu sorriso já estava voltando ao normal e os sintomas da paralisia facial eram quase imperceptíveis. Era quase meio-dia. Eu estava vidrada na aula, anotava tudo que a professora falava. Não havia nenhum indício de que aquele seria um dos piores dias da minha vida. O intervalo para o almoço já ia começar e a professora estava apenas combinando o horário de retorno para nos liberar. Foi naquele momento em que senti uma súbita falta de ar.

Perfeição: ideal dos tolos

Estamos condenados a não cometer erros. Somos condenados ao cometê-los. No amor, somos submetidos ao regime da performance. Amamos a ideia do amor perfeito. Maltratamos o amor real. Estranho tudo isso! Não aprendemos ou, se aprendemos, estamos esquecendo que amar é aceitar as fraquezas dos outros e as nossas próprias. Não estamos mais aprendendo a se sensibilizar perante o outro, a esse outro de carne e osso. Não nos conectamos mais em olhares, em toques, em abraços, em companhias. Somos escravos de um ideal frio e mascarado.