Síndrome do Pânico – Parte 3: A primeira crise

O final de semana ia ser de aula. Era o meu primeiro módulo na pós-graduação e eu conhecia apenas algumas pessoas, entre elas colegas de trabalho que haviam escolhido o mesmo curso. Tudo corria bem. Meu sorriso já estava voltando ao normal e os sintomas da paralisia facial eram quase imperceptíveis. Era quase meio-dia. Eu estava vidrada na aula, anotava tudo que a professora falava. Não havia nenhum indício de que aquele seria um dos piores dias da minha vida. O intervalo para o almoço já ia começar e a professora estava apenas combinando o horário de retorno para nos liberar. Foi naquele momento em que senti uma súbita falta de ar.

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Síndrome do Pânico parte 2 – Os primeiros sintomas antes da crise

Durante o tratamento contra ansiedade, que no meu caso foi a mola propulsora da Síndrome do Pânico, ouvi uma explicação muito pertinente sobre como funciona nosso corpo, principalmente nosso cérebro. Se você colocar um balde embaixo de uma torneira que está gotejando, o balde vai demorar muito a encher. Mas uma hora ele ficará cheio e na iminência de transbordar. Quando estiver nesse patamar e mais uma gota pingar, pronto, o balde transborda e não aguenta mais o volume de água causado por aquela goteira.

Gratidão: agradecendo pelo lado bom da vida

Gratidão é o ato de reconhecer e agradecer pelas coisas boas que acontecem. “A gratidão vem do indivíduo que sabe ver em cada acontecimento o que ele contém de positivo e investe no saldo construtivo em relação à vida, considerando sempre o que já recebeu, o que recebe e o quanto ele deve retribuir”, pontua Lourdes Pinheiro, pedagoga e especialista em Desenvolvimento Humano Integral.

Quando quero que o outro pense igual a mim…

Já reparou como algumas pessoas têm a necessidade de fazer com que as outras pessoas concordem com suas ideias e assumam o mesmo posicionamento que elas? Qual expressão você escuta mais: “você gosta da Maria?” ou “a Maria é falsa e inconveniente, já reparou?”; “o restaurante X é horrível! Tenho certeza de que você também não vai gostar!” ou “eu não gostei do restaurante X, mas talvez você goste.”?

Drama: isso não é uma novela mexicana!

Maria Tereza é uma jovem advogada que trabalha há alguns anos em uma corporação que atua na área jurídica, atendendo grandes empresas nacionais e internacionais. Alegre e muito focada, ela vive em busca de autoconhecimento, aprimoramento de seus pontos fortes e também dos que precisam ser melhorados. Maria Tereza lidera uma equipe de quase 20 profissionais e tem que, mensalmente, apresentar os resultados do seu departamento à presidência da instituição. Enquanto líder, ela tem um papel fundamental no desempenho de seus colaboradores, já que é responsável por pensar estrategicamente as ações da equipe e, ainda, conciliar conflitos, motivar e desenvolver cada membro do grupo.

Use o poder da palavra para influenciar positivamente

A palavra tem poder e isso é bíblico, mas muitas pessoas não acreditam. Não, não vamos discutir religião, fé ou fenômenos da mente. Vamos nos despertar para o quanto as nossas palavras influenciam, positiva ou negativamente, a nossa vida, a vida das pessoas que estão a nossa volta e as situações do nosso cotidiano. Se alguém diz para você, “sou um derrotado, não sou inteligente nem capaz o suficiente para arrumar um emprego”, o que você diria a essa pessoa? Se alguém lhe diz, “não sei viver sem ele, minha vida não faz sentido se não for para estarmos juntos. Sem ele prefiro morrer”, o que você diria a essa pessoa? Ou, ainda, se você escuta “meu chefe é um tremendo idiota e não aguento mais olhar na cara dele”, o que você diria a essa pessoa?