Três perguntas de ouro que vão te fazer refletir sobre a fofoca

Fofocar, segundo o dicionário, é o mesmo que bisbilhotar, mexericar, espalhar segredos de outras pessoas e, ainda, conversar sobre os outros. Mas nem precisa procurar o sentido dessa palavra, visto que ela está mais presente em nossas vidas e em nossas relações do que deveria.

O ato de fofocar fomenta um círculo de energia negativo que prejudica não somente a pessoa que a conta, mas também a que ouve e a que é alvo da fofoca. E quanto mais o mexerico é passado para frente, mais a fofoca é alimentada.

A pessoa que espalha a fofoca pode até não observar, mas ela torna-se persona não grata entre aqueles que não gostam de se envolver neste tipo de situação. Quando ela sai de perto, é comum ser taxada de “fofoqueira” – quem nunca passou por uma situação assim? O fofoqueiro vai perdendo, a cada boato, a credibilidade. Sem contar que quando uma pessoa fala dos outros para você, são grandes as chances dela falar de você para os outros. Já pensou nisso?

A fofoca vem em forma de um comentário, uma observação ou mesmo uma intriga. Para alguns, fofocar é tão comum e acontece com tanta frequência que o fofoqueiro não percebe que todos os seus diálogos têm espaço para uma fofoquinha de nada…

Alimentar esse tipo de boato gera prejuízos para todos os envolvidos, uma vez que a fofoca passa a ser encarada como verdadeira, gerando uma expectativa infundada e criando uma tensão grande no grupo em que circula.

Três perguntas de ouro

Use três perguntas de ouro sempre que uma fofoca chegar aos seus ouvidos. Mais importante que não compactuar com a fofoca é não a multiplicar. Por isso, é vantajoso desenvolver a habilidade de cortar esse mal pela raiz.

Depois que conheci a parábola “As três peneiras”, aprimorei essas questões e acredito que elas podem ser usadas para ajudar nesse processo de desenvolvimento.

Diz respeito a você? Se não, por que envolver-se no assunto emitindo sua opinião ou parecer?

É algo bom? Muitas vezes a fofoca chega como apenas um comentário inocente. Mas não se engane! O simples fato de ter chegado até você já é suficiente para que você se sinta no direito e tentado a repassar a informação.

Vai acrescentar o que? Considero essa a pergunta mais importante. Afinal, por que compartilhamos os boatos? O bom senso é a medida ideal. Afinal, por que passar para frente uma informação que não colabora em nada com seu crescimento? O que vai ganhar repassando o mexerico? Isso vai lhe tornar uma pessoa melhor e mais feliz?

Fofocar nada mais é que disseminar discórdia, mentiras e infelicidade. Na Bíblia Sagrada, o livro de Tiago alerta: a língua, este pequeno membro, contamina todo o corpo. Independente da crença religiosa, a fofoca não é saudável e não leva a lugar algum. Aliás, faz andar para trás e retroceder.

Entusiasme-se, desenvolva-se e seja mais feliz!

Por Humberta Carvalho

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