Zona de perfeição: quando você se fecha para o novo

“Uma zona de conforto é uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. É uma região onde nenhum indivíduo se sente ameaçado.” (Definições da Web)

Já disse muitas vezes que uma pessoa acostumada é uma pessoa cega, surda e muda. Exemplos muitos simples que dou a seguir. Se você escutar um barulho repetidas vezes por muito tempo, vai se acostumar com ele. Se sentir o mesmo cheiro todos os dias, vai se acostumar com ele. Se tiver o hábito de discutir, vai se acostumar com a discussão. Se passar pelo mesmo local todos os dias, a rotina vai cegá-lo e logo irá se acostumar com isso. Se não se importar com a percepção das pessoas a seu respeito, vai se acostumar com a ideia.

A isso tudo, chamamos de zonas de conforto. Mas quando nos percebemos em uma zona de conforto, podemos sair dela, basta fazermos escolhas diárias que nos leve a considerar nossas necessidades e nossas prioridades. Difícil é quando uma pessoa está acostumada a uma zona de perfeição.

Como eu e você sabemos, algo perfeito é algo feito por completo, por inteiro, acabado. Logo, se tudo está perfeito, não há mais nada o que considerar. Se um jovem acredita que o que faz, já não é preciso mais fazê-lo de forma diferente, já se encontra nessa zona de perfeição. Já é um jovem com atitude de velho.

Têm pessoas que mesmo instaladas na velhice, às vezes até dependentes de algum tipo de ajuda, não se sentem velhas, ou seja, não se sentem idosas. Já vi muitos “jovens velhos”, como vejo muitos “idosos jovens”, com um pensamento ativo, com vontade de aprender, de viver. Você é um ”jovem velho” quando se fecha para o novo, quando acha que já sabe muito e, por isso, se sente à vontade naquilo que não o projeta mais para o futuro, aquilo que eu chamo de zona de perfeição.

Têm idosos, que mesmo envelhecidos, não admitem viver nesta zona de perfeição, querem sempre aprender, não apenas reproduzir o que já aprenderam. Essa vontade de viver fora dessa zona perfeita, não o torna um velho tolo, mas um sábio idoso.

Cuidado com suas atitudes de velho. Saia dessa zona de perfeição e comece a querer ver e fazer coisas que você já faz, mas de formas diferentes. Não existem resultados diferentes estando nessa zona de ações perfeitas. O aprendizado é sempre contínuo e, por isso, é importante que você se sinta sempre em construção.

Uma construção que é permanente, desde que você explore com prioridades seu potencial e suas vontades. Sair da zona de conforto é o primeiro passo para não ficar na zona de perfeição. Saber sair dessas zonas é dar início à descoberta de potencias jamais explorados por você.

Por Valdimar Sousa

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